abril 2, 2020

WICCA, a bruxaria moderna. Sabás, deusas, feitiços e mais.

A Wicca traça sua origem nas tradições e conhecimentos dos antigos povos pagãos.

Quando falamos sobre bruxaria, normalmente a associamos à Idade Média e à imagem de um grupo de feiticeiras rodando em volta de uma fogueira.

Fato é que existiu a Bruxaria tradicional, conhecida como a “antiga religião”, em que grupos de pagãos (pessoas que creem nos velhos deuses de outros panteões, anteriores ao surgimento do cristianismo, tanto católico como de outras vertentes) reuniam-se ao ar livre ou num espaço sagrado destinado a rituais durante as diferentes estações do ano.

Pediam aos deuses por bênçãos de prosperidade e fartura em suas colheitas, na saúde e na vida amorosa.

A WICCA – como era no passado

wicca

Antigamente as Bruxas eram compreendidas como pessoas sábias, conhecedoras dos mistérios da magia e das ervas que curavam as doenças, pois havia uma maior conexão com a natureza.

Com o tempo surgiu a visão distorcida desse ofício (pois a palavra “bruxaria” também fora designada como um ofício, uma arte de criar e moldar, através da magia). Ser bruxa tornou-se símbolo de culto ao diabo.

WICCA – O DEUS das Bruxas

Houve muita deturpação durante as épocas de “caça às bruxas”, algo que podemos dizer que começou na Europa com a Inquisição em meados do século XIII, período de domínio cultural da Igreja Católica e de luta pela conversão religiosa.

Tudo o que era visto como heresia e afronta à fé cristã e católica era considerado um crime e condenado pela justiça. Algo que acontecia inclusive com outras vertentes cristãs e pseudo-cristãs, como no caso dos cátaros.

Muitas pessoas sofreram com torturas, abusos e mortes, mesmo aqueles que nem sequer eram bruxos!

Na época estava sendo constituída uma religião universal (porém não universalista) e estava sendo imposta a crença em um único Deus, que excluía os outros deuses e as práticas de culto aos mesmos.

Existem muitos deuses na antiga Bruxaria e Wicca, pois essa prática e filosofia se propagou por diversos países.

Em várias regiões do mundo sempre havia algum conhecedor do ocultismo (sistema associado à magia, aos mistérios da vida e do universo, ao que está oculto e é revelado através de estudos e iniciações magísticas), e assim foram divididos os panteões, como, por exemplo, celtas, nórdicos, gregos, hindus e egípcios, entre outros.

No entanto, existia (e ainda existe para alguns bruxos modernos) a crença no “Grande Pai”, o Deus que é representado pelo Sol, que corresponde á energia masculina, Senhor da Natureza e da vida selvagem.

Em muitas estatuetas e pinturas antigas, esse Deus possuía chifres (foi daí que veio a visão errada de que o deus da bruxaria seria o Diabo).

Na verdade, o símbolo dos chifres se associa à virilidade, à força e sabedoria elevadas, já que os chifres brotam da cabeça e crescem para o alto, representando a conexão com os planos astrais superiores.

Um dos nomes desse Deus na antiga bruxaria e na wicca é Cernunnos, também conhecido como Deus Cornífero.

WICCA – A DEUSA

Assim como há os deuses masculinos, há também diversas deusas de vários panteões.

Seguem-se, portanto, a crença e o culto à “Grande Mãe”, representada pela Lua, a Senhora da Magia, a geradora de toda a vida existente (inclusive o próprio Deus nasce dela, cresce e torna-se o seu Consorte), a principal fonte da energia feminina.

Ela é chamada por muitos nomes, dependendo do panteão cultuado, da região do mundo em que se pratica a wicca ou qualquer outra forma de bruxaria moderna ou antiga.

Entre algumas dessas deusas de maior destaque, temos:

Diana – A Ártemis dos gregos, deusa da Lua e dos mistérios da noite.

Bright – Deusa celta das artes, da poesia e de tudo o que nos traga inspiração. Também conhecida como Brigid ou Brigit.

O culto a Bright era tão forte na antiguidade que a própria religião católica/cristã não conseguiu proibi-lo e a deusa foi canonizada pela igreja, sendo conhecida pela imagem de Santa Brígida.

Hécate – Uma das mais conhecidas deusas na Bruxaria. Ela é chamada de a Rainha das Bruxas e Senhora da Magia.

Hécate é uma Deusa de muitos mistérios. Considerada guardiã dos caminhos, auxilia-nos em nossas escolhas e processos de autoconhecimento.

Cerridwen – Deusa dos ciclos da vida, das transformações e possuidora de grande conhecimento sobre poções mágicas.

Em seu mito, ela seria, em algumas versões, a mãe do mago Merlin das lendas Arturianas.

Existem muitas outras deusas, pois elas são a manifestação de toda forma energética feminina. Alguns bruxos e wiccanos até preferem chamá-la de simplesmente “A Deusa”, pois seriam diferentes faces de um mesmo Ser.

A WICCA e outras formas de bruxarias

WICCA-e-outras-formas-de-bruxarias

● Bruxaria Tradicional: É a bruxaria anterior a qualquer culto moderno, como a Wicca por exemplo.

É a antiga religião e culto dos povos pagãos.

● Stregheria: Bruxaria italiana, com práticas e associações com santos católicos (por conta da conversão religiosa). Esse culto é voltado a práticas de curas, maldições e proteção ao “malocchio” (mau-olhado).

● Bruxaria Natural: Culto voltado especialmente aos elementos da natureza, a seus elementais, às ervas sagradas e à conexão com os ciclos das estações do ano.

● Wicca: Foi fundada e propagada entre os anos 50 e 60 por Gerald Gardner, um bruxo britânico muito influente e profundo conhecedor de magia. Dizem que para “camuflar” o culto às bruxas, Gerald Gardner teria dado esse novo nome e modo de se praticar a Bruxaria.

A Bruxaria Moderna em seus diferentes ramos, pode-se dizer, está bastante ligada à Wicca.

OBS.: Existem muitos outros sistemas de magia e bruxaria. Os citados acima são alguns exemplos dos mais conhecidos e praticados.

WICCA – Crenças e Ética

A Wicca é uma religião e filosofia de vida neo-pagã, que mistura elementos, crenças e cultos antigos da Bruxaria com aspectos da nossa era atual. É saber praticar a bruxaria no dia a dia! 😉

Os Wiccanos são praticantes devocionais da Deusa e do Deus, como também de outros deuses e panteões.

São bruxos/as que buscam a reconexão com a natureza, como faziam os antigos pagãos, só que com alguns métodos diferenciados que se encaixam nos dias de hoje.

Muitas pessoas pensam que ser bruxa ou praticante de Wicca significa somente fazer feitiços e rituais, mas, como já citado, é uma filosofia de vida e exige muito estudo e conhecimento, para se saber com o que se está mexendo!

Devem existir consciência e profundo respeito para com a Mãe Natureza, os elementos, as plantas, os minerais, os animais e as outras pessoas.

Na Wicca existe a crença da Lei Tríplice, que afirma que tudo o que é feito volta 3 vezes mais forte!

Ou seja, se praticar o bem, terá um retorno positivo de modo abundante, já se praticar o mal…

A Bruxaria Moderna tem esse conceito: faça o que desejar sem a nada e a ninguém prejudicar.

WICCA – Instrumentos de Poder

Aposto que você pensou numa vassoura e num caldeirão, não é mesmo? Vou citar alguns deles.

E lá vamos nós!

● Varinha: Representa a força de vontade do praticante.

É considerada a extensão do braço dos bruxos. Serve para lançar feitiços, traçar círculos mágicos (espaço preparado para a cerimônia de um ritual), para fazer decretos às forças astrais, aos deuses, etc.

● Punhal: Representa o raciocínio, o elemento ar.

Tem a mesma função da varinha, mas também serve como um instrumente de corte de energias negativas e para abrir e fechar o círculo ritualístico.

● Vassoura: É uma representação da união entre o masculino (cabo) e o feminino (palha) e é considerado um instrumento de fertilidade.

No entanto, é usado principalmente para fazer a faxina nos ambientes, como também para limpar a “sujeira” energética.

Infelizmente não voamos nela… mas existe uma lenda sobre voar na vassoura, que um outro dia vamos contar aqui! 🙂

● Caldeirão: Representa o Útero da Deusa, onde tudo se cria e toma forma. No caldeirão podemos preparar poções, banhos mágicos, feitiços, queimar ervas secas para defumação e até fazer comida!

WICCA – A Roda do ano ou os 8 Sabás

A Roda do Ano é o Calendário Wicca, que possui os festivais ligados às passagens das estações do ano, chamadas de Sabbat ou Sabás.

Inclusive alguns feriados que conhecemos, como Natal, Páscoa e festa junina, se originaram desses sabás!

As datas se alteram entre o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul. No caso do nosso país, fazemos referência ao hemisfério sul.

roda do ano os 8 sabás da wicca

● Samhain: Esse sabbat aqui no Brasil é celebrado entre 31 de Abril e a passagem de 1° de Maio. No hemisfério norte, sua data é 31 de Outubro. Está lembrada (o) do Halloween? Pois é, essa festividade deu origem ao Dia das Bruxas, mundialmente conhecido.

Mas na Bruxaria e na Wicca representa o ano novo pagão.

É uma noite de reflexão, pois um ciclo se encerra e outro se inicia. Também é um culto de honra aos antepassados e um momento poderoso para a magia, pois se acredita que o mundo dos mortais, o dos deuses e outras forças astrais estão muito próximos uns dos outros em tal período.

● Yule: 21 de Dezembro (Hemisfério Norte) e 21 de Junho (Hemisfério Sul)

Nessa data ocorre o solstício de inverno. A noite torna-se mais longa e fria e esse sabá representa o ciclo do Deus Sol que morre em Samhain e ressurgirá outra vez. Em Yule, ele é chamado de “A criança da promessa”, que renascerá e trará luz e calor novamente aos nossos dias.

● Imbolc: 1º / 2 de Fevereiro (Hemisfério Norte) e 1º de agosto (Hemisfério Sul)

Também chamado de Candlemas (festa da Candelária), representa o despertar da terra, após o período do inverno.

A Deusa (honrada em algumas tradições como Bright, a Senhora da inspiração, da poesia, das artes e da cura) é a jovem que nutre o Deus (seu filho), um simbolismo do poder do Sol crescendo outra vez sobre nós. É uma celebração à vida, à nutrição e uma preparação à época do despertar do amor e da beleza, que ocorre na primavera citada no sabá seguinte.

● Ostara: 21 de Março (Hemisfério Norte) e 21 de Setembro (Hemisfério Sul)

Aqui o Sol (Deus) começa a brilhar com mais força; agora ele é jovem e começa a se tornar um caçador e a Deusa, assim como as flores, começa a desabrochar com a sua fertilidade.

Esse sabá conta a lenda de Eostre, a deusa que transformou um passarinho em coelho e que com seus ovos entretinha as crianças com brincadeiras de pintar esses ovos e escondê-los para depois achá-los e comê-los.

Foi o mito que deu origem à tradição dos ovos na Páscoa.

● Beltane: 1 de Maio (Hemisfério Norte) e 31 de Outubro (Hemisfério Sul)

A festa do fogo!

Até hoje, por vários cantos do mundo, esse festival é celebrado com atrações de danças e grandes fogueiras.

Tanto para a Bruxaria Moderna como para a Antiga é de grande relevância.

Tradicionalmente, um mastro é erguido e fitas com desejos para o amor são trançadas, representando a união da Deusa e do Deus. É onde ocorre o casamento sagrado e esse sabá é considerado de grande poder e bênção para os casais.

A brincadeira de pular fogueira nas festas juninas surgiu desse sabá, quando casais pulam sobre as chamas do fogo de Beltane, para manterem viva a força do amor.

● Litha: 21 de Junho (Hemisfério Norte) e 21 de Dezembro (Hemisfério Sul)

Chega o solstício de verão e o Deus está mais vigoroso, ele é coroado como o Senhor da Luz.

Litha é um sabá indicado para se fazer feitiços principalmente voltados para cura, prosperidade e amor, já que a energia do Sol está intensa e as chances de se obter sucesso nos desejos são maiores!

● Lammas: 1º de Agosto (Hemisfério Norte) e 2 de Fevereiro (Hemisfério Sul)

Também conhecido por Lughnasadh, é o sabá da colheita. Um período de gratidão aos deuses por tudo o que foi plantado, nutrido e obtido até então.

● Mabon: 21 de Setembro (Hemisfério Norte) e 21 de Março (Hemisfério Sul)

Esse período marca o equinócio de outono e seu sabá representa a velhice. O Deus Sol começa a enfraquecer e honrarias são feitas a ele.

A Deusa está mais madura e consciente para deixar o Deus fazer a passagem outra vez em Samhain, quando morre e recomeça a Roda do Ano.

WICCA – FEITIÇARIA

Uma das práticas aprendidas e mantidas na Wicca é a arte da feitiçaria.

Os praticantes da Wicca a definem como: “criar e moldar de acordo com a sua vontade”.

A Bruxaria Moderna englobou essa ideia a partir da famosa frase dogmática das crenças do mago Aleister Crowley “Faz o que tu queres, há de ser o todo da Lei”.

O “Todo” citado seriam os bruxos e bruxas que são livres para criarem através de seus conhecimentos, para darem nova forma às suas vidas por meio das possibilidades que os feitiços podem promover.

Mas a Bruxaria Moderna e a Wicca estabelecem 4 regrinhas a serem seguidas:

SABER: é importante saber o que se deseja e ter o conhecimento para tal.

QUERER: você deve ter certeza do que deseja, sem duvidar se dará certo ou não. Caso se questione, então há algo em seu desejo que não está de acordo com o que você quer para sua vida.

OUSAR: aqui é onde você aplicará seus conhecimentos. Se conectará com sua bruxa ou bruxo interior e usará instrumentos e correspondências magísticas para criar o que deseja. A fé (vontade) é o artefato mais importante!

CALAR: muitos feitiços acabam por não funcionar porque as pessoas saem falando a respeito para as outras. Isso ocorre porque a magia acaba sofrendo influências energéticas externas.

O que é seu, é seu! E deve ser mantido em segredo, até que funcione!

* Essa regra não se aplica somente à magia, mas para praticamente tudo em nossas vidas. O que os outros não sabem, ninguém estraga! 😉

WICCA – Alguns feitiços para o dia a dia.

Para se ter prosperidade e energias positivas, todo dia 1° do mês, é hábito dos wiccanos soprar canela em pó pela casa.

A canela tem o poder de atrair o que desejamos, sendo muito utilizada para obter prosperidade!

Pegue um punhado de canela em pó e sopre da porta de fora da casa para dentro, convidando que a prosperidade entre e ali habite por todo o mês.

Você pode fazer o mesmo em seu ambiente de trabalho, para movimentar os negócios!

Outro feitiço muito eficaz para gerar dinheiro e preencher você de sucesso é guardar o dinheiro dentro da carteira de modo crescente, ou seja, com as notas de menores a maiores, e depositar ali 3 folhas de louro e uma pitada de canela em pó.

O louro é a erva conhecida por nos tornar vitoriosos e por nos recompensar em nossos desejos e esforços!

Investindo na canela em pó mais uma vez, um feitiço que muitas bruxas adoram fazer é o de salpicar canela em  pó em algumas áreas erógenas do corpo, como pescoço, pulsos, mãos e entre os seios.

OBS.: Se você tiver alergia à canela, não é recomendado fazer esse processo. Para saber se tem alergia, passe um pouco da canela nos braços e note se ocorre alguma reação na pele, como coceira ou vermelhidão. Se sim, lave a pele com água abundantemente.

É interessante fazer esse feitiço antes de um encontro ou mesmo se não sair de casa, para que você desperte a energia da sensualidade e do amor em sua vida.

Você pode preparar o ambiente com um incenso como o de verbena, que atrai energias do amor, ou então com o de dama da noite, que exala sedução, ou ainda com o de baunilha, que tem o poder de fascinar.

Então você pode acender uma vela rosa (para amor e romance) ou vermelha (para sexualidade e paixão). Ao acender a vela, faça seus pedidos olhando para a chama e vá passando a canela nas partes do corpo (citadas acima), como se fosse um perfume em pó.

Se tiver um encontro, faça antes e vá. Tenho certeza que a noite será mágica, literalmente!

Uma ótima poção para a saúde é fazer um chá com 1 laranja espremida, 6 cravos da índia, 1 ramo de alecrim e algumas rodelas de gengibre.

● A laranja é uma fruta solar, promove energias correspondentes à regência do Sol: estimula força e vitalidade, além de conter vitamina C, ótima para imunidade.

O cravo da índia ajuda na proteção de energias nocivas e o número 6 possui o poder do equilíbrio.

O alecrim é uma erva que nos proporciona purificação. Limpa-nos de dentro para fora, expurgando toxinas do corpo.

● O gengibre é um potencializador na magia. Nos preenche de energia e combate infecções.

É considerado a nossa Mandrágora brasileira (a Mandrágora é uma raiz muito presente na Bruxaria por todo o mundo).

Em uma panela pequena, esprema a laranja, coloque os cravos um a um, o ramo de alecrim e as rodelas de gengibre.

Leve ao fogo e, quando começar a fervura, desligue o fogo. Mexa com uma colher por 3 vezes no sentido horário (energia positiva) e tampe de 5 a 10 min.

Coe e beba.

CONCLUSÃO

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Por séculos a Bruxaria foi vista como uma arte do mal, com cultos a forças negativas.

As bruxas foram vistas como mulheres maldosas e horrendas.

Houve uma época de caça aos praticantes, que na verdade eram pessoas muito sábias, Havia, entre eles e elas, conhecedoras de ervas e cristais, curandeiras, benzedeiras e homens e mulheres que mantinham o hábito primitivo de viver em meio à natureza.

Infelizmente, a história foi manchada. Mas com o passar do tempo, a visão foi mudando, justamente graças àqueles praticantes que defenderam sua religião e filosofia de vida, a ponto de moldá-la aos dias atuais.

Assim surgiu a Bruxaria Moderna, com seus novos praticantes que fazem rituais para antigos Deuses, recuperando e remodelando as tradições dos povos pagãos.

Nascia a Wicca, uma forma de praticar os cultos dos ancestrais da Bruxaria, de modo que a sabedoria de velhas eras se encaixasse à era atual.

Os estudos continuaram, as conexões também.

Os seus antigos sabás ganharam mais festivais e foram rememoradas e revitalizadas antigas festas que deram origem às datas dos feriados cristãos que conhecemos e comemoramos.

A Deusa e o Deus venceram e vivem até hoje, em cada instrumento mágico, em cada feitiço, em cada estação do ano e principalmente nos corações daqueles que caminham respeitando toda forma de vida e co-criando através dos poderes da magia!

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Vanessa Ramos

Vanessa Ramos


Praticante de Bruxaria, terapeuta holística, apaixonada por esoterismo. Minha ligação com a espiritualidade trouxe magia à minha vida, na escolha da área profissional e nos hábitos do dia a dia. Adoro ler, escrever e estudar os mistérios ocultos.

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