setembro 3, 2021

Alzheimer: Como a cúrcuma pode nos ajudar?

Alzheimer: O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) já constatou que a cada dez brasileiros nove não consomem uma boa quantidade diária de alimentos naturais.

cúrcuma

São preferidos alimentos com muita gordura e também sódio e açúcar, como diz esta pesquisa (https://thefoodchallenge.org/blog/pesquisa-ibge-aponta-que-brasileiros-substituem-alimentos-saudaveis-por-outros-com-excesso-de-sodio-e-acucares/)

Isso gera um grande impacto na expectativa de vida e na saúde do organismo.

De acordo com um levantamento feito na Universidade Imperial College London (https://www.imperial.ac.uk/), na Inglaterra, o consumo diário de aproximadamente dez porções de frutas, verduras e vegetais poderia evitar até 7,8 milhões de mortes prematuras e também prevenir o surgimento de doenças neurológicas como Parkinson e Alzheimer.

É bem verdade, no entanto, que não é fácil consumir tantas frutas, verduras e legumes assim!

O que fazer então? Devemos nos conformar com o risco de desenvolver Alzheimer e de ter uma velhice difícil?

Nada disso. Vamos falar aqui sobre o segredo de um povo distante de nós, mas que tem bastante a nos ensinar.

Um povoado muito saudável

Alguns cientistas da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, decidiram investigar as baixas taxas de Alzheimer em Ballabgarh, um local do norte da Índia.

Alzheimer: Como a cúrcuma pode nos ajudar?

Mais de 820.000 pessoas no Reino Unido estão vivendo com demência, um número que deverá dobrar até 2051. No Brasil, estimam-se 1 milhão e 200 mil pessoas

Há algo que pode ser aprendido nesta região para diminuir a tendência?

Fala-se muito em redução do estresse, mas há outras medidas que devem ser tomadas, principalmente no campo da alimentação.

Ballabgarh parece um local bem pacato.

Vamos imaginar uma cena cotidiana por ali.

À medida que o Sol rompe a névoa matinal, os anciãos da aldeia se dirigem ao seu ponto de encontro regular para trocar histórias e partilhar um cachimbo.

Esses homens estão na casa dos setenta anos ou mais. E embora seus rostos apresentem a evidência de anos de trabalho duro no campo, suas mentes ainda são aguçadas e muito ativas.

Em outras partes do mundo, pessoas da mesma idade correm o risco de desenvolver demência. Mas aqui a doença de Alzheimer é bem rara.

Na verdade, os cientistas acreditam que as taxas registradas da doença nesta pequena comunidade são mais baixas do que em qualquer outro lugar do mundo.

Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh passaram vários anos estudando nesta área os maiores de 55 anos.

Eles testaram mais de 5.000 pessoas para verificar a incidência de doença de Alzheimer usando processos de triagem projetados para a cultura local e possíveis para pessoas que não sabiam ler nem escrever.

Esses pesquisadores queriam ter certeza de que não perderam nenhum caso da doença.

É uma área onde as pessoas tendem a não viver tanto quanto se vive em áreas mais ricas e desenvolvidas, então você esperaria que as taxas da doença de Alzheimer fossem mesmo menores.

Mas mesmo depois que os cientistas consideraram a expectativa de vida mais baixa das pessoas nessa área, a taxa de doença de Alzheimer ainda ficou significativamente abaixo das do Reino Unido – e menos de um terço das de partes dos Estados Unidos.

“Tínhamos um palpite de que as taxas aqui seriam mais baixas”, disse o Dr. Vijay Chandra, um dos autores do estudo (https://n.neurology.org/content/57/6/985), em reportagem à BBC (http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8492918.stm).

Na verdade, eles descobriram o que parecia ser uma das taxas mais baixas da doença já registradas pelos cientistas.

Então o que há no povo de Ballabgarh que o está protegendo de uma doença que afeta cerca de 36 milhões de pessoas em todo o mundo?

Pesquisa com os genes

O Dr. Chandra afirmou que ele e sua equipe testaram as pessoas para verificar se menos delas carregavam o gene APO4E, que predispõe ao mal de Alzheimer. Mas não havia nada na genética que fosse favorável aos habitantes de Ballabgarh.

Pesquisa com os genes

Quando comparados com pessoas que vivem em uma comunidade na Pensilvânia, EUA, os pesquisadores descobriram que quase exatamente a mesma proporção carregava o gene.

Mas, em contraste com a vida na Pensilvânia e em outras partes do mundo, o povo de Ballabgarh é excepcionalmente saudável.

Como é uma comunidade agrícola, a maioria deles é muito ativa fisicamente e a maioria segue uma dieta vegetariana com baixo teor de gordura. A obesidade é praticamente desconhecida.

A vida nesta comunidade agrícola fértil também é baixa em estresse e o apoio da família ainda é forte, ao contrário do que acontece em outras partes mais urbanas da Índia.

“Tudo leva a um corpo feliz, a uma mente feliz e, com sorte, a um cérebro feliz”, disse o Dr. Chandra. “Os níveis de colesterol aqui são muito mais baixos. Acreditamos que seja isso o que está protegendo a comunidade.”

A vida em Ballabgarh não poderia ser mais diferente da existência complicada e estressante que muitos de nós levamos no resto do mundo.

Provavelmente, sendo situado na Índia, também é um lugar onde práticas de meditação e yoga são realizadas.

Mas o que há mais além?

Um grande segredo está na dieta.

Um simples tempero que diminui em 4 vezes o risco de desenvolver Alzheimer

O fato de nós ocidentais apresentarmos mais risco de Alzheimer pode ser associado ao baixo nível de consumo de um certo tempero terapêutico.

curry

Estamos falando aqui da cúrcuma, uma raiz de cor amarela que é o principal ingrediente de um tempero chamado curry, consumido em todas as refeições da Índia. A

A cúrcuma possui efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes potentes, comprovados por uma pesquisa da Universidade da Califórnia (UCLA).

No estudo, um grupo de adultos recebeu 90 miligramas de curcumina duas vezes por dia.

Os participantes terminaram o teste com acentuada melhora na memória e, além disso, também apresentaram melhora no nível do humor.

O trabalho demonstrou que a especiaria reduz a inflamação no cérebro, que é um processo associado ao aparecimento do Alzheimer.

Neste outro texto (https://blog.vidatarot.com.br/curcuma/) já falamos um pouco da cúrcuma.

Agora está mais convencido (a) a usá-la em sua dieta?

Passe a empregar uma pequena dose diária de cúrcuma, e seu cérebro agradecerá.

Isso somado a outros hábitos saudáveis, e à espiritualidade e ao relaxamento, ajudará você a envelhecer da melhor forma possível.

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Gratidão, Paz e Luz



Marcello Salvaggio
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Marcello Salvaggio


Sou escritor e pesquisador nas áreas da religião, da literatura, do misticismo e da história.
Considero a espiritualidade a chave fundamental para o entendimento de nossas vidas, para encontrarmos o verdadeiro sentido de nossa existência, e todo meu trabalho é orientado nesse sentido.
Tenho livros publicados no Brasil e na Itália e sou formado em Letras pela USP e auricoloterapia pelo instituto EOMA, escola especializada em acupuntura e em outros ramos da medicina tradicional chinesa.
No campo da terapia e do aconselhamento, considero essenciais a empatia e o respeito ao livre-arbítrio alheio.

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